quinta-feira, 29 de outubro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Nasce Um Beijo

Como nasceria um primeiro beijo? Dói? Sangra? Alivia? Satisfaz?

Sinto o desejo de começar a falar de todas as besteiras mas cretinas e viscerais que sinto. Raiva, amor, paixão, tesão, loucura, ódio,alegria, angústia. Os meus vícios são uma coisa boa, minhas qualidades são chatas. quero abrir o meu chamado baú da inconsciencia. recentemente tenho pensando coisas bem ordinarias, idiotas e pertinentes. as vezes não faço idéia de como gasto meu tempo pensando nelas. e o pior é que eu quero escrever sobre esses pensamentos. se ocupam um certo tempo na minha cabeça alguma coisa de importante tem! uma delas é o beijo que você recebe pós sexo casual ou melhor, o beijo que você não recebe pós sexo. Por que o homem se despede dando um beijo na bochecha? parece idiota, mas repare bem. é um sinal de que bem possivel não role de novo. o beijo na bochecha é simbolo de carinho oposto ao carinho que tiveram antes. Pense: antes e durante ao sexo você beija na bochecha? Não! por que no final você beijaria?
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A Costureirinha e sua Infância

Um dia estava em casa sem desenhos para fazer ou assistir na Tv. Tinha acabado de chegar da escola, num sol infernal. Assim que cheguei tirei minha blusa, meus sapatos e joguei minha mochila no sofá, então, sentei nele, macio, quente, parecia que fazia parte da minha pele. E sim, por um instante, ele se fez. O Braço dele me acolheu, sentia o suor escorrer pelas minhas costas que aliviava um pouco do calor que sentia, só um pouco.

Entre as pernas tinha uma curva feito um “S”, que também suava, suava muito. O calor surgiu como uma necessidade do corpo de expressar uma vontade, surgiu como um suspiro, um espirro, um soluço… Surgiu, e demorou para voltar a seu local de origem. A curva do “S” estava sobre o braço dele, as pernas se impulsionavam como numa montada à cavalo. Nessa hora eu parecia uma cachoeira em ressaca e sentia um prazer indiscritível. De repente, ouço a porta abrindo, era minha mãe, e eu estava lá no braço do sofá, bem molhada e despida de qualquer pudor. Corri direto para o banheiro. Ela gritava o meu nome como sempre, eu não podia responder queria novamente sentir os braços, queria deitar sobre ele e nunca mais sair. Viver só de prazer e suor.